O Mérito e o Monstro
não ia escrever sobre isso, mas. .
Os prepotentes devem entender que um ‘grande profissional’ (que se autointitula assim) não pode ser nada alem de um grande idiota.
Argumentos furados em meio a um monte de baboseiras contraditórias não podem ser consideradas um bom exemplo de profissionalismo que, segundo o próprio ‘profissional’, é invejado.
A prepotencia, esse mal que perpetua a idiotice humana, transformando o que era uma máxima em uma mera esmola, e o que era bom em um ‘pode ser melhor, por isso você fica’.
Por outro lado, pela visão de um profissional não qualificado em psicologia, o médio-baixo passa a ser aceitável (quando na verdade é comum) e o ousado passa a ser descuidado. Por uma simples analise de caráter.
Na realidade, o que um ‘grande profissional’ deve ser antes de mais nada é profissional, e não um idiota que quer brincar de ser criança com uma lupa a queimar formigas, porque inevitávelmente, um dia, as formigas comerão todas as partes desse seu corpo banhado em um suor fétido e transpirando palavras vazias.

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